Ausente.
A conseqüência da vida, transforma, morte. Não se apegue, laços fortes que corrompem a vontade, laços fortes que estagnam qualquer que seja o fluxo.
Enfrente a Vida, tudo morre. Tudo se desfaz em pó. Tudo se corrompe em seu próprio ser até que deixa de respirar. O que me cerca é consumido pelo tempo, assim como eu, não negarei a própria essência. Não me apego, tudo o que me cerca morre sem mim.
Isso não é triste nem vil, é a vida fluindo.
Triste é negar. Triste é dizer que quer morrer dormindo. Triste é negar o sangue que escorre do membro decepado. Triste é o apego de uma realidade. Triste é a realidade apegada.
Vais morrer num acidente de carro, vais morrer de câncer, vais morrer no hospital com tubos enfiados no nariz.
Todos definhamos e nada disso é amargo. Sem felicidade e sem tristeza, como a Arte. Como o Belo. Como a Vida.
Um dia vou morrer, o que restará é a memória que todos vocês têm de mim.
Filed under: Uncategorized | 2 Comentários
Como é bela a morte…
Feliz Natal e um Super Ano!
bj
Fy